<%@LANGUAGE="VBSCRIPT" CODEPAGE="1252"%> Agrupacion Nuevo Boca :: 19/05/2003 09:34:33 - Libertadores: Boca sempre foi o carrasco dos brasileiros
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| República de La Boca. Ciudad de Buenos Aires. Argentina.
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Copa Libertadores. Boca vs. Paysandú. 19 de Mayo de 2003
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QUE SE DIJO EN BRASIL DEL TRIUNFO BOQUENSE

19/05/2003 09:34:33] - Libertadores: Boca sempre foi o carrasco dos brasileiros

O Boca Juniors manteve nesta quinta-feira ao eliminar o Paysandu da Taça Libertadores da América-2003 a fama de carrasco de clubes brasileiros em mata-matas da principal competição continental.

O tradicional clube argentino encontrou um time do país em oito oportunidades e até hoje só conheceu um revés justamente na primeira vez, em 1963, quando foi derrotado pelo Santos na final (3 a 2 e 2 a 1).

O Boca foi à desforra em 1977, quando chegou ao primeiro título ao bater o Cruzeiro nos pênaltis (5 a 4), após empate no jogo desempate (0 a 0). Nos dois primeiros, uma vitória para cada lado (ambas por 1 a 0).

Em 1991, o time argentino passou pelo Corinthians (3 a 1 e 1 a 1), nas oitavas-de-final, e pelo Flamengo (3 a 0 e 1 a 2), nas quartas-de-final. Nas semifinais, entanto, perdeu do Colo Colo, que foi campeão.

Em 2000, o Boca Juniors voltou a ganhar o título continental ao superar um clube brasileiro nos pênaltis. Após dois empates (2 a 2 e 0 a 0), ergueu taça ao bater o Palmeiras por 4 a 2.

No ano seguinte, o clube portenho eliminou o Vasco com duas vitórias (1 a 0 e 3 a 0), nas quartas-de-final, e o Palmeiras outra vez nos pênaltis (3 a 2), após dois empates em 2 a 2, nas semifinais.

Fonte : Folha Online

16/05/2003 08:42:59] - Fim do sonho alvi-azul

Um placar de 4 a 2 para o Boca Juniors (ARG) no Mangueirão ontem à noite, marcou a despedida do Paysandu da Copa Libertadores da América. O time bicolor, que em pouco tempo se tornou a maior sensação da competição sul-americana, não conseguiu ser a sombra daquele que, mesmo com apenas nove jogadores, havia derrotado o Boca na Bombonera. Irreconhecível sobretudo na defesa, que facilitou a vida dos argentinos, desta vez, o Paysandu não conseguiu parar o Boca e deixou sua torcida calada nas arquibancadas do Mangueirão. O Boca enfrentará o Cobreloa, do Chile, na próxima fase da competição.

Bicolores e argentinos começaram o confronto mostrando um certo equilíbrio, mas logo o ataque bicolor conseguiu se destacar e o Paysandu passou a exercer um efêmero domínio na partida. Em jogadas trabalhadas por Wélber e Iarley, o time conseguiu dar trabalho à defesa do Boca, que se fechava enquanto os donos da casa tentavam aumentar a vantagem conquistada ainda no jogo de ida, em Buenos Aires.

O primeiro chute a gol do Paysandu aconteceu ainda aos três minutos. Lecheva fez passe para Iarley na entrada da área e ele arriscou o chute, que parou na defesa do goleiro Abbondanzieri. Mas susto mesmo, os comandados do técnico Carlos Biachi passaram foi na tentativa do volante Sandro, no minuto seguinte. Após uma confusão na área argentina, a bola foi recuada para Sandro, próximo a entrada da área; ele soltou uma bomba, dando trabalho ao arqueiro do Boca, que se esticou para desviar a trajetória da bola. Os bicolores ainda ficaram com o rebote, mas não conseguiram acertar a pontaria, aliviando o adversário.

Trabalhando bem as jogadas até a área do Boca, o gol dos bicolores parecia apenas uma questão de tempo, mas um erro de Bruno aos 14 minutos deixou a torcida bicolor preocupada nas arquibancadas do Mangueirão. O volante perdeu a bola próximo à área do Paysandu, armando a jogada que resultou no gol dos argentinos. Tevez aproveitou o vacilo do bicolor e chutou cruzado para o gol; Ronaldo fez a defesa parcial, mas Schelotto estava a postos para aproveitar o rebote e deixar tudo igual - o Paysandu venceu o primeiro jogo por 1 a 0.

Após o gol do Boca, o Paysandu não conseguiu manter o mesmo ritmo que vinha impondo na partida. O time não conseguiu mais trabalhar jogadas até o ataque e foi bastante pressionado pelo Boca, que passou a sair mais para o ataque, mas sem se descuidar de um eficiente esquema de marcação.

Na volta para o segundo tempo, o Paysandu adotou a mesma postura do início da partida e deu a falsa impressão de que poderia até virar o placar. O time partiu para o ataque, deixando a defesa do Boca num verdadeiro sufoco. Tanto que o gol de empate do time da casa saiu logo aos sete minutos da etapa. Após uma jogada trabalhada por Iarley e Wélber, a bola foi tocada para Lecheva, que estava de frente para a área argentina e soltou um chute certeiro. 1 a 1.

A torcida do Paysandu mal teve tempo de comemorar o empate. A defesa bicolor, que foi quase perfeita na partida da Argentina, cometeu uma série de vacilos e praticamente entregou a vitória ao adversário. Apenas cinco minutos após o gol de Lecheva, Gino não conseguiu cortar uma jogada do ataque argentino e deixou Schelotto livre para tocar a bola para Delgado, que não perdoou e acertou as redes de Ronaldo. 2 a 1.
Aos 21 minutos, Gino cometeu falta, dentro da área, sobre Delgado. Schelotto cobrou o pênalti e aumentou a vantagem dos argentinos. 3 a 1.
Aos 24 minutos, outro pênalti a favor do Boca praticamente selou a sorte do Paysandu na Libertadores. Wellington cometeu falta sobre Schelotto e acabou expulso de campo. O próprio Schelotto se apresentou para a cobrança e comemorou o quarto tento argentino. 4 a 1.
Com a classificação perdida, o técnico Dario Pereyra resolveu arriscar e tentou aumentar o poder ofensivo da equipe. Bruno e Vandick foram sacados do time para a entrada de Jóbson e Zé Augusto.

Aos 41 do segundo tempo, o Paysandu ainda contou com uma ajudinha dos argentinos. Iarley fez cruzamento da esquerda, Burdisso tentou cortar e acabou mandando a bola para o fundo das redes de Abbondanzieri. 4 a 2. O gol ainda acendeu esperanças - com mais um gol os bicolores levariam a decisão da vaga para a cobrança de pênaltis - na torcida bicolor e no técnico Dario Pereyra que, pouco depois, sacou um zagueiro, Jorginho, para a entrada de Balão. O Paysandu ainda pressionou o Boca nos últimos minutos da partida, mas já era tarde de demais. A vaga nas quartas-de-final já estava nas mãos de Schelotto e companhia.


Paysandu 2
Ronaldo; Wellington, Jorginho (Balão), Gino e Luís Fernando; Sandro, Bruno (Jóbson), Lecheva e Wélber; Iarley e Vandick (Zé Augusto). Técnico: Dario Pereyra.

Boca Juniors (ARG) 4
Abbondanzieri, Burdisso, Schiavi, Crosa, Jerez; Battaglia, Tevez, Cascini, Cagna (Pinto); Schelotto e Delgado (Donnet).
Técnico: Carlos Bianchi.


Local: Mangueirão
Árbitro: Jorge Larrionda (URU).
Cartões amarelos: Jorginho, do Paysandu; Jerez e Abbondanzieri, do Boca.
Cartões vermelhos: Wellington e Sandro, do Paysandu.
Público: 57.330

Fonte : Diário do Pará

[16/05/2003 08:58:46] - Jogadores reconhecem a força do time portenho

Apesar da frustração por não terem conseguido a vaga para a próxima fase da Copa Libertadores da América, nos vestiários do Mangueirão, os comandados do técnico Dario Pereyra salientaram a boa campanha desempenhada pelo time na disputa de sua primeira Libertadores e saíram de campo com a sensação de dever cumprido.

"Acho que valeu muito pela nossa campanha, mas a gente poderia ter ido mais longe na Libertadores. Poderíamos ter empatado esta partida. Tivemos chances de nos classificar", disse o lateral Luís Fernando. Primeiro classificado de seu grupo na primeira fase da competição, o Paysandu virou a maior sensação da Copa este ano. Em sete jogos disputados na competição, os bicolores chegaram a ter o artilheiro da Libertadores, Róbson, e marcou 17 gols. O time encerrou a primeira fase sem sentir o gosto de uma derrota, mas na primeira queda, ontem, diante do Boca, acabou dando adeus ao sonho de avançar mais uma etapa da Copa.

Além do fato de terem perdido a oportunidade para seguir na disputa sul-americana, os jogadores lamentaram também não ter conseguido corresponder às expectativas da torcida, que tomou conta de quase todos os espaços no estádio Mangueirão - as bilheterias do estádio registraram a entrada de mais de 57 mil pessoas. Mesmo triste pela desclassificação do time, grande parte dos torcedores ainda aplaudiu os jogadores bicolores no final da partida, como sinal de reconhecimento pela campanha desempenha na competição.

"A gente fica triste porque a despedida não foi boa. Estávamos dentro de casa, com o estádio lotado e acabamos saindo da Libertadores. Mas acho que isso faz parte do futebol. Agora vamos levantar a cabeça e partir para frente", disse o meia Wélber.

Apesar de lamentar as falhas cometidas pela equipe durante a partida, os bicolores reconheceram a força do time argentino, que conseguiu reverter a vantagem de jogar fora de casa e com a obrigação de vencer a qualquer custo. "O Boca marcou muito bem. Acho que prevaleceu a experiência deles. Mas é assim: vivendo e aprendendo. A lição que fica para a gente é que contra um time com o potencial do Boca não se pode errar", disse o meia Wélber, lembrando os vacilos cometidos pelo time bicolor diante dos argentinos.

Fora da Libertadores, o time agora que se empenhar para melhorar a campanha no Campeonato Brasileiro. "É a única competição que ainda temos e agora temos que nos esforçar para tentar ficar, pelo menos, entre os oito melhores", disse o goleiro Ronaldo.

Fonte : Diário do Pará

[16/05/2003 14:11:35] - Técnico do Paysandu insinua armação a favor do Boca

Após a derrota por 4 a 2 para o Boca Juniors na quinta-feira à noite, no Mangueirão, em Belém, o técnico Dario Pereyra, do Paysandu, insinuou que o time argentino tem força nos bastidores da Copa Libertadores. A equipe do técnico Carlos Bianchi foi às quartas-de-final.

"O Boca não ganhou a competição quatro vezes só porque joga bem dentro de campo, mas também porque atua bem fora dele", afirmou, em entrevista à Rádio Bandeirantes

Fonte : Terra Esportes

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